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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Alemanha vence a Argentina e ganha a Copa do Mundo no Brasil 2014

Pela quarta vez na história do futebol, a Alemanha é campeã do mundo. Foi uma conquista sofrida, bem diferente da goleada que eles deram no Brasil, nas semifinais. Neste domingo (13), a final teve que ir até a prorrogação.
Quem seria abençoado? O craque Messi, o camisa 10 da Argentina? Ou os 11, o jogo coletivo alemão? Sessenta e quatro anos depois, o Maracanã palco de uma decisão.
Na escalação alemã, uma surpresa: Khedira sentiu a batata da perna no aquecimento e não jogou. Foi substituído por Kramer, que durou pouco em campo. Aos 17 minutos, levou uma ombrada de Garay no rosto. Ainda voltou, mas acabou saindo.
Aos 20 minutos, um dos melhores jogadores da Alemanha falhou. Kroos deu uma de Messi e deu um senhor passe para Higuaín, que perdeu. Os argentinos chegaram a festejar um gol de Higuaín que, corretamente, foi anulado.
Schürrle chutou, Romero fez grande defesa. Era um jogo tenso e muito equilibrado. Quando um atacava, outro respondia. Messi partiu, Boateng cortou.
O que decide uma Copa? Uma trave? Ela ficou no caminho de Höwedes. Quantos centímetros podem decidir uma Copa? A bola de Messi passou muito perto.
Quem esperava uma atuação espetacular do gênio argentino viu um gênio de luvas. Uma saída espetacular de Neuer, um soco. O camisa 1 alemão foi eleito o melhor goleiro do Mundial.
As chances continuavam, o gol não acontecia e ficava difícil respirar no Maracanã. Depois de 90 minutos, a Copa ainda teria mais meia hora de emoção. A prorrogação começou frenética e equilibrada. Mas na hora H, a Alemanha mostrou o quanto mudou nos últimos 24 anos.
São raçudos como argentinos. Schweinsteiger com sangue no rosto e tirando suas últimas forças. São habilidosos como os brasileiros. Schürrle fez boa jogada e o baixinho virou um gigante. Götze dominou e tocou para o tetra alemão. Um gol de título. Alemanha 1 a 0.
No último lance da partida, uma falta para Messi. Chutou para longe. Um camisa 10 sozinho não faz um campeão. Mas ainda assim foi eleito o melhor da Copa. Não tinha o que festejar.
A redenção do futebol coletivo, de 14 anos de um trabalho que fez os alemães recomeçaram do zero. Plantaram e colheram no Maracanã. Pela primeira vez, uma seleção europeia é campeã nas Américas.
Durante 35 dias, eles se esforçaram para conquistar os brasileiros. Foram para lá de simpáticos e, agora, conquistaram o mundo. A imagem que temos dos alemães mudou completamente: são felizes, risonhos, extrovertidos e ainda são campeões fazendo golaço.
Aplausos para os alemães. Vaias e insultos para a presidente Dilma, que entregou a taça. Depois, no campo, uma festa da tribo alemã. Jogadores botaram a taça no meio da roda e lembraram a dança que os índios pataxós de Santa Cruz Cabrália fizeram no primeiro treino.
“Nós fomos simpáticos porque vocês foram simpáticos conosco. Algo incrível a convivência, o carinho. Nos divertimos muito com vocês. Uma Copa inesquecível”, disse o capitão Philipp Lahm.
Quem disse que alemão não sabe fazer festa? Quem disse que alemão não se emociona? Quem disse que alemão não é engraçado? A união perfeita de eficiência e paixão.
Deus é brasileiro. O papa é argentino. Mas, o melhor futebol do mundo é alemão.

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