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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

2017 pode superar índice de chuvas em Pernambuco


O inverno deste ano terminou de forma desfavorável para o Nordeste. Poucos foram os dias em que se houve previsão de chuva e, tal situação serviu apenas para agravar o quadro de seca que se vive no estado. Com a aproximação de 2017, a expectativa para o que o ano seguinte tenha períodos de chuva mais prolongados começam a surgir, assim como a esperança de que os níveis dos reservatórios de água aumentem.
A região do Agreste possui um período chuvoso que coincide com o da região Metropolitana do Recife. Ele vai de março até julho. É o que explica o meteorologista da Fabiano Prêstrelo, da Agência Pernambucana de Agúas e Clima (APAC). “De acordo com a climatologia, a previsão para o ano que vem é de que, nesses meses, ocorram mais chuvas, mas, isso não quer dizer que daqui pra lá não vai chover. Pode ter chuva provocada por algum sistema meteorológico, porém, são geralmente chuvas fracas e isoladas. Só vai chover com maior constância nesse período citado“, explica Prêstrelo.
A previsão do tempo aponta que nesta sexta-feira, 16, pode haver chuva no Agreste. Segundo o meteorologista, um vórtice ciclônico está atuando em Pernambuco, mas, este fenômeno possui duas partes: uma que provoca chuva e outra que impede a formação de nuvens. “Atualmente, a parte que não provoca chuva está sobre nós, mas, de acordo com a direção dos ventos, existe essa previsão de que sexta, a parte chuvosa se volte para esta região“, conta.
DENTRO DA MÉDIA
Em consenso, após reunião climática, a APAC prevê que 2017 pode ter uma quantidade de chuvas dentro da média. O que pode-se considerar uma notícia animadora, tendo em vista que os últimos três anos tiveram precipitações abaixo da média. Fabiano explica que, além disso, é possível que 2017 seja também um ano de transição.  “Para se ter chuvas acima da média, é preciso que aconteça a transição, e este pode ser o caso de 2017, ou seja, o próximo ano tem previsão de chuvas na média, e já em 2018 podemos ter níveis acima da média“, explica o meteorologista.
Contudo, mesmo o próximo ano tendo boas previsões em relação às chuvas, Prêstrelo afirma que ainda não será o suficiente para que os níveis dos reservatórios de água atinjam a capacidade normal. “Como já faz alguns anos que está chovendo abaixo da média, é necessário que tenha-se alguns anos acima da média para que haja essa recuperação. Se for o caso de 2018, os reservatórios podem ser recuperados até 2020.”, conclui.
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