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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Claudia Leitte reflete sobre carreira internacional: 'É preciso começar do zero'

Era dezembro de 2007 quando Claudia Leitte lançava Exttravasa, a primeira aposta da carreira solo após deixar o comando da Babado Novo, grupo com o qual ganhou notoriedade dentro da axé music. A faixa, integrante do disco Ao vivo em Copacabana, fez com que a carioca de São Gonçalo entrasse com otimismo na nova fase musical: figurou entre as mais tocadas do ano seguinte nas rádios brasileiras e foi certificada com Disco de Diamante pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD). 


Dez anos, dois filhos e muitos outros hits depois, a cantora de 37 anos acumula motivos para comemorar. “Minha trajetória até agora é uma carreira consolidada, de sucesso, que requer muita dedicação, cuidado e é uma das razões mais fortes da minha vida para agradecer", diz Claudia, em entrevista ao Viver


ENTREVISTA // Claudia Leitte, cantora

 
Você vem se lançando no mercado internacional. Quais as estratégias são necessárias para conquistar esse novo público? E como avalia seu progresso até agora nesta questão?
A evolução parte de um principio: a consciência que é preciso começar de novo, do zero, quando se pensa numa carreira internacional. O comportamento da música fora do Brasil é completamente diferente e isso eu consegui conquistar dentro da minha experiência e da minha vivência, nesses últimos quase dois anos. Não é nada fácil você sair da sua zona de conforto e eu nem sabia que estava na minha zona de conforto, porque a minha vida sempre foi muito intensa, muito atribulada. Então não parecia que eu estava na minha zona de conforto e eu estava. Foi um processo de desconstrução, mas a construção de uma nova artista. E eu considero isso extremamente importante, não só para a minha carreira internacional, mas para a minha carreira aqui no Brasil também.
Pela primeira vez, você está na cadeira do The voice Kids. Como está sendo avaliar as crianças? 
Todas as crianças que passam por aquele palco são muito talentosas. Todas! Elas já foram avaliadas antes. Então eu procuro levar tudo com muita tranquilidade, com brincadeira e com muito cuidado e carinho. Quando eu sento ali, eu exerço meu papel de mãe e tento tornar aquele momento mais leve, porque aquilo é leve, aquilo é uma grande brincadeira. Pode ser uma grande oportunidade, claro que pode. A gente está ali pra contribuir com o melhor que a gente tem, para melhorar cada um que passa por nós, mas é um momento da vida.
Você participou da festa Combatchy, com Anitta e Karol Conka, cuja proposta era justamente promover esse clima de parceria entre cantores e eliminar a ideia de "competição". Como vê essa questão levantada por Anitta?
Eu sempre acreditei na ideia que unir-se a alguém é imprescindível pra conquistar qualquer coisa. Ninguém faz nada sozinho. E no caso de nós, que somos mulheres, sempre houve um embate desnecessário. Sempre colocaram pimenta na nossa relação. Na primeira oportunidade que surgiu, eu abracei e achei que o projeto foi incrível e continuará sendo incrível. Tem que ser assim.
O carnaval está chegando. Qual será a sua aposta?
A minha aposta é Baldin de gelo e Lacradora, música em parceria com Maiara e Maraisa, que eu vou cantar pela primeira vez ao vivo e apresentar ao público no Carnatal, dia 8 de dezembro.
 
Tem planos estabelecidos para depois de fevereiro?
Eu já tenho uma agenda de shows pós carnaval, além de continuar no The voice. Também existe todo um cronograma de musicas para lançar e serão algumas!











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